rua Arapiraca.
quinta-feira, 20 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Into the Wild
Anteontem fui ver "Na Natureza Selvagem" (Into de Wild), esse último filme dirigido pelo Sean Penn.
O filme é bárbaro, excelente. É, porém, muito duro, difícil de ver, angustiante. Acho, mais do que tudo, que essa dureza, essa dificuldade, se dá por ser o filme a história de um erro, de um tremendo desperdício. Um erro vital do personagem central (aliás verídico, pois o filme é baseado na história real desse sujeito) e o disperdício de sua vida. E o filme é tão mais angustiante porque vai nos contando essa história terrível, e só aos poucos a história vai nos mostrando sua fealdade, no meio de um cenário natural magnífico. Essa contradição e ambivalência do erro vital no meio da beleza é o toque genial do filme e sua parte mais difícil.
Mais uma vez o Sean Penn manda muito bem. Quem gosta de cinema não deve perder.
O filme é bárbaro, excelente. É, porém, muito duro, difícil de ver, angustiante. Acho, mais do que tudo, que essa dureza, essa dificuldade, se dá por ser o filme a história de um erro, de um tremendo desperdício. Um erro vital do personagem central (aliás verídico, pois o filme é baseado na história real desse sujeito) e o disperdício de sua vida. E o filme é tão mais angustiante porque vai nos contando essa história terrível, e só aos poucos a história vai nos mostrando sua fealdade, no meio de um cenário natural magnífico. Essa contradição e ambivalência do erro vital no meio da beleza é o toque genial do filme e sua parte mais difícil.
Mais uma vez o Sean Penn manda muito bem. Quem gosta de cinema não deve perder.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Lula
Existe um fenômeno que hoje em dia é impossível ignorar: Lula é inequivocamente um homem de sorte. Aos poucos todos vão dando a isso um estatuto diferente do que davam antes. Isso, a sorte de Lula, vai ganhando uma densidade plúmbea. O último que notou e tratou disso foi o Ferreira Gullar, na Folha de SP, no último domingo.
Essa sorte ganhou essa densidade com as chuvas desde o meio de janeiro, em um verão dominado pelo fenômeno La Niña, que deveria signifacar uma temporada seca no sudeste brasileiro. Mas não, choveu e muito.
É bastante surpreendente.
Qual é, para todos nós, o significado disso? Como nos relacionar com a sorte de alguém, especialmente do presidente da república?
Essa sorte ganhou essa densidade com as chuvas desde o meio de janeiro, em um verão dominado pelo fenômeno La Niña, que deveria signifacar uma temporada seca no sudeste brasileiro. Mas não, choveu e muito.
É bastante surpreendente.
Qual é, para todos nós, o significado disso? Como nos relacionar com a sorte de alguém, especialmente do presidente da república?
terça-feira, 4 de março de 2008
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