Rua Rumaica, SP.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Homeopatia
A primavera já chegou e, com ela o fenômeno que se repete duas vezes ao ano, no início da primavera e no início do outono: um avanço viral sobre as populações humanas. Devido a instabilidade do clima e talvez a seilá mais o quê, o fato é que nessa época pipocam as viroses, os resfriados e etc, especialmente sobre as crianças pequenas.
Eu, como pai de três, que crescendo que vão escapam cada vez mais dessa onda doente, conheço entretanto muito bem toda essa história. Filho doente, angústia, médicos, remédios etc.
Começa aqui então a questão que eu gostaria de apresentar, que é uma bastante conhecida aqui em São Paulo, talvez no Brasil, numa perspectiva da burguesia paulistana, na sua busca de saúde em ambiente privado (no sentido de inverso de saúde pública): usamos a medicina comum, "tradicional", ou a homeopática? Na verdade a questão que gostaria de proprôr não é própriamente a da escolha entre essas duas possibilidades, mesmo porque o mais comum é que se escolham ambas, diferenciando somente o campo de atuação de cada uma: quando a coisa aperta, em geral pacientes (ou pais de pacientes) e mesmo os médicos usam das práticas alopáticas.
O que gostaria de discutir é a medicina homeopática, ou, antes, a prática, especialmente a puericultura, da medicina homeopática. Sua eficácia. É necessário alertar, porém, que não sou médico nem sou estudioso de medicina homeopática; sou psicólogo, psicanalista, pesquisador e, digamos, usuário. E, claro, me interesso a bastante tempo sobre essa questão toda.
Gostaria de apresentar aquilo que são algumas conclusões provisórias de alguma pesquisa e reflexão. Em primeiro lugar é necessário afirmar que não é possível aceitar que o fator central para a função terapêutica da medicina homeopática seja a medicação receitada, as tais "bolinhas". Não é possível aceitar que essas pílulas, carregando elementos-ativos dissolvidos a enésima potência, e porisso trazendo somente a "vibração fundamental" de tal elemento/princípio, possam agenciar transformações de ordem terapêutica nos sujeitos que as tomam. Não obstante gostaria de afirmar a efetividade transformadora da prática homeopática. Então como fica? O que é que opera?
No meu entender o que opera é de ordem psíquico; a prática da medicina homeopática se sustenta enquanto prática psicoterapêutica, digamos. E vejam que não se trata, claro, de propôr que as bolinhas operam como placebo. Se trata de função terapêutica agenciada pelos seguintes fatores: trasferência, agenciamento de angústia em esquemas obsessivos, legitimação psicossocial.
Eu, como pai de três, que crescendo que vão escapam cada vez mais dessa onda doente, conheço entretanto muito bem toda essa história. Filho doente, angústia, médicos, remédios etc.
Começa aqui então a questão que eu gostaria de apresentar, que é uma bastante conhecida aqui em São Paulo, talvez no Brasil, numa perspectiva da burguesia paulistana, na sua busca de saúde em ambiente privado (no sentido de inverso de saúde pública): usamos a medicina comum, "tradicional", ou a homeopática? Na verdade a questão que gostaria de proprôr não é própriamente a da escolha entre essas duas possibilidades, mesmo porque o mais comum é que se escolham ambas, diferenciando somente o campo de atuação de cada uma: quando a coisa aperta, em geral pacientes (ou pais de pacientes) e mesmo os médicos usam das práticas alopáticas.
O que gostaria de discutir é a medicina homeopática, ou, antes, a prática, especialmente a puericultura, da medicina homeopática. Sua eficácia. É necessário alertar, porém, que não sou médico nem sou estudioso de medicina homeopática; sou psicólogo, psicanalista, pesquisador e, digamos, usuário. E, claro, me interesso a bastante tempo sobre essa questão toda.
Gostaria de apresentar aquilo que são algumas conclusões provisórias de alguma pesquisa e reflexão. Em primeiro lugar é necessário afirmar que não é possível aceitar que o fator central para a função terapêutica da medicina homeopática seja a medicação receitada, as tais "bolinhas". Não é possível aceitar que essas pílulas, carregando elementos-ativos dissolvidos a enésima potência, e porisso trazendo somente a "vibração fundamental" de tal elemento/princípio, possam agenciar transformações de ordem terapêutica nos sujeitos que as tomam. Não obstante gostaria de afirmar a efetividade transformadora da prática homeopática. Então como fica? O que é que opera?
No meu entender o que opera é de ordem psíquico; a prática da medicina homeopática se sustenta enquanto prática psicoterapêutica, digamos. E vejam que não se trata, claro, de propôr que as bolinhas operam como placebo. Se trata de função terapêutica agenciada pelos seguintes fatores: trasferência, agenciamento de angústia em esquemas obsessivos, legitimação psicossocial.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Muralha
Para os grandes muros que vão surgindo em volta das casas da cidade, sejam casas grandes ou pequenas, existe duas justificativas. A primeira sustenta que os muros são necessários para segurança. E esse argumento não se sustenta pois já sabemos que bandidos preferem os altos muros, que escondem a casa da rua, separando-a e reservando-a ao seu uso próprio.
A segunda é mais complexa e sustenta a necessidade da muralha para "preservar" a área de recuo do olhar do transeunte e assim "criar" um uso para uma área que, de outro modo, não teria uso algum. Por exemplo, criar o uso de um jardim onde se tinha um jardim sem uso (!??). Nesse caso, esconder o jardim da rua e do olhar de quem lá transita é criar o tal uso.Eu discordo desse argumento. Creio que do que se trata é, neuroses à parte, falta de amor.
Falta de amor pelo outro e pela cidade.
A segunda é mais complexa e sustenta a necessidade da muralha para "preservar" a área de recuo do olhar do transeunte e assim "criar" um uso para uma área que, de outro modo, não teria uso algum. Por exemplo, criar o uso de um jardim onde se tinha um jardim sem uso (!??). Nesse caso, esconder o jardim da rua e do olhar de quem lá transita é criar o tal uso.Eu discordo desse argumento. Creio que do que se trata é, neuroses à parte, falta de amor.
Falta de amor pelo outro e pela cidade.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Sexta
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Auto
Ontem entrei em contato com a avaliação que talvez a bolha subprime brasileira seja aquela relacionada ao crédito fartíssimo (em termos nacionais, é claro) para a compra de automóveis. Li que tem maracutaia por aí e que o destino dessa bolha pode ser aquele de todas: BUM!
Talvez fosse bastante interessante saber onde são desaguados esses SIVs tapuias. Será que nesses fundos multimercados que andam tão na moda?
Talvez fosse bastante interessante saber onde são desaguados esses SIVs tapuias. Será que nesses fundos multimercados que andam tão na moda?
Subprime
Creio que uma questão que foi muito pouco destacada nessa história toda de estouro da bolha subprime, pelo menos em terras tapuias, foi o papel desempenhado pelas agências de classificação de risco. Como é que, afinal, veículos de investimento estruturados, carregando em seu bojo boa parte de 'junk bonds' poderia ser clasificado como AAA por todas agências de classificação de risco e assim tendo salvo-conduto para as melhores salas e restaurantes?
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Simon B.
A mais ou menos um mês atrás, na sua coluna de quinta feira da Folha de São Paulo, o emérito historiador britânico Kenneth Maxwell tratou de um assunto que ele chamou de incômodo e que, na opinião dele a opinião pública vinha se recusando a ver e a tratar. Ele apontou para o fato de estar havendo, na américa do sul de hoje, uma corrida armamentista encabeçada pela Venezuela. Citando dados consolidados, apontou os gastos de mais de 4 bilhões de dólares já efetuados na compra de vastos meios militares (aviões, helicópteros, fábricas de fuzis e de munições, blindados etc) sob a justificativa de necessidades de defesa contra o "Império". Maxwell descarta essa explicacão como cortina de fumaça e levanta a possibilidade de que os objetivos de tal esforço bélico está muito mais centrado na américa do sul do que em disputas com os EUA. E acrescenta que essa é uma questão que muito mais cedo do que tarde os países sulamericanos, e especialmente o Brasil, terão que atentar.
Hoje, depois das ameaças de Hugo Chávez de intervir militarmente na Bolívia feitas na segunda-feira, pude observar em pequenas notas nos jornais, que o assunto começa a movimentar autoridades constituídas brasileiras.
Acho que isso ainda vai dar muito o que falar.
Hoje, depois das ameaças de Hugo Chávez de intervir militarmente na Bolívia feitas na segunda-feira, pude observar em pequenas notas nos jornais, que o assunto começa a movimentar autoridades constituídas brasileiras.
Acho que isso ainda vai dar muito o que falar.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Morfeu
Um amigo assistiu um filme que sabia tocar em questões delicadas suas. A noite sonhou sonho-pesadelo que tratava das tais questões, agenciadas pelos restos do filme, e acordou várias vezes, em picos de angústia. Amigo escolado com a montanha-russa onírica, nem se preocupa mais muito. Mas observou coisas interessantes, e me ligou para contar. Observou que ao acordar, angustiado e agitado, tinha a sensação de que não estava dormindo, que tinha estado meio acordado meio dormindo, em estado intermediário, como se estivesse tentando dormir mas não conseguisse por causa da angústia do sonho. Como se estivesse com insônia; e então essa mesma sensação de insônia se desdobrava apontando para essa própria insônia e a decorrente impossibilidade de adormecer. Ocorre que esse meu amigo, que já viveu experiências quetais diversas vezes, sabe que essa sensação não corresponde à realidade. A realidade é que ele adormece, sonha seu pesadelo, acorda angustiado e adormece de novo e de novo sonha seu pesadelo e de novo acorda angustiado e de novo adormece etc. Não é insônia.
Então porque a sensação de insônia, para trás e para frente da noite?
Eu disse a ele que provavelmente por um desejo de não mais sonhar, de não adormecer para não sonhar, por medo de continuar dormindo e sonhando isso que ele estava sonhando. Mas como o sonho estava operando favoravelmente, apesar da experiência de angústia, ele pôde seguir dormindo.
Então porque a sensação de insônia, para trás e para frente da noite?
Eu disse a ele que provavelmente por um desejo de não mais sonhar, de não adormecer para não sonhar, por medo de continuar dormindo e sonhando isso que ele estava sonhando. Mas como o sonho estava operando favoravelmente, apesar da experiência de angústia, ele pôde seguir dormindo.
domingo, 14 de outubro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
Tropa de Elite
Assistir "Tropa de Elite" é, como disse o Jabor, uma experiência. O filme é ótimo, incrível e ninguém que goste de cinema deve perdê-lo.
De todos os elementos interessantes, queria destacar um para comentar. Creio que esse é o primeiro filme que vejo (seilá, a memória pode me faltar, mas eu acho) onde o sujeito cinematográfico do filme identifica como objeto estranho, desconhecido e porisso apontado como "do mal", a classe média burguesa da cidade grande nacional.
No filme, a elite da tropa luta contra o "movimento", o tráfico, mas tem com eles uma relação de reconhecimento mútuo, de inverso que legitima e reconhece o verso. Eles se matam mas não se odeiam. A elite da tropa também reconhece a corrupção da polícia comum; são seus "quase-eles". Com relação à polícia corrupta o sujeito do filme reconhece e antes de odiar, despreza.
Mas em relação à burguesia maconheira, estudante da PUC-RJ, o que aparece é uma coisa nova: o sujeito cinematográfico do filme não reconhece, não entende, não aceita e, efetivamente, odeia.
E isso num filme filmado, dirigido e financiado por essa mesma burguesia. Isso é, de fato, bastante interessante.
De todos os elementos interessantes, queria destacar um para comentar. Creio que esse é o primeiro filme que vejo (seilá, a memória pode me faltar, mas eu acho) onde o sujeito cinematográfico do filme identifica como objeto estranho, desconhecido e porisso apontado como "do mal", a classe média burguesa da cidade grande nacional.
No filme, a elite da tropa luta contra o "movimento", o tráfico, mas tem com eles uma relação de reconhecimento mútuo, de inverso que legitima e reconhece o verso. Eles se matam mas não se odeiam. A elite da tropa também reconhece a corrupção da polícia comum; são seus "quase-eles". Com relação à polícia corrupta o sujeito do filme reconhece e antes de odiar, despreza.
Mas em relação à burguesia maconheira, estudante da PUC-RJ, o que aparece é uma coisa nova: o sujeito cinematográfico do filme não reconhece, não entende, não aceita e, efetivamente, odeia.
E isso num filme filmado, dirigido e financiado por essa mesma burguesia. Isso é, de fato, bastante interessante.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Las Playas
Estive no fim de semana em Camburi, essa incrível praia que faz parte, para aqueles com uma certa idade, das lendárias "as praias". Talvez, meu caro sr(a)., você se lembre dessa promessa: vamos "às praias"!
Faz anos isso, e nós íamos de carro pelas areias de Bertioga, Indáia, São Lourenço, Guaratuba, Boracéia e depois, finalmente, "as praias": Barra do Una, Juqueí, Barra do Sahy etc.
Essas reminicências todas são, também, fruto da caminhada que fiz do Camburizinho até a Barra do Sahy. E caminhando fui pensando sobre um tema que tem me ocupado bastante: a ocupação do território.
As praias mudaram muito, óbviamente, e não é o caso agora de julgar se para melhor ou para pior ou seiláoque. Mas é o caso de observar e pensar. O que se vê é a ocupação dessa faixa de litoral pela burguesia paulistana e, mais recentemente pela burguesia valeparaibana também. E é uma ocupação intensa. A partir de agora, início da primavera, todo final-de-semana é cheio para ir, para ficar e para voltar.
E nos interessa o tipo dessa ocupação; ou melhor, sua tipologia. Que ocupação é essa que vi? Com franqueza, me pareceu de um tipo antigo, uma ocupação feia, excessiva. Não necessariamente feia porque cheia de gentes, mas feia porque cheia de casas e carros.
Me parece que a ocupação dessas praias é de um tipo equivalenete àquela feita nas praias de Ubatuba, grosso modo: loteamentos com casas, terrenos não muito grandes, sem muitas restriçoes à construção e ao paisagismo e, muito importante, com a "frente-para-o-mar" ocupado também por lotes e casas. Isso é feio. Inclusive, no limite, para o supostamente feliz proprietário da casa-de-frente-para-o-mar.
Vou chamar esse modelo de um modelo década de 70.
Existe um outro modelo, mais "avançado", que o paradigma é a ocupação da praia Vermelha do Sul, em Ubatuba. A "praia dos arquitetos". A característica principal são as restrições construtivas e paisagísticas e a reserva da fernte-para-o-mar. É, efetivamente, muito mais interessante, mais bonito, mais gostoso. É uma ocupação muito menos agressiva.
Mas existe um modelo ainda melhor e mais interessante, cujo paradigma é a ocupação da praia do Bonete, em Ubatuba. A "praia dos psiquiatras". Aqui já temos um modelo de ocupação bastante diferente. A grande característica é o urbanismo "arcaico" da ocupação; não existe ruas nem carros, somente trilhas. Não existe própriamente um loteamente mas, antes, uma ocupação por outra classe social das terras e das casas, que são, mais do que tudo, reformadas a partir de um padrão antigo.
É muito mais bonito e interessante.
Um outro modelo ainda é o modelo Ponta Negra. Aos elementos do Bonete se acrescenta mistura social: Se no Bonete houve uma quase integral ocupação pela burguesia paulistana, na Ponta Negra ainda não. A miscelânea prevalesce e isso é interessante. É o modelo do "morro".
Faz anos isso, e nós íamos de carro pelas areias de Bertioga, Indáia, São Lourenço, Guaratuba, Boracéia e depois, finalmente, "as praias": Barra do Una, Juqueí, Barra do Sahy etc.
Essas reminicências todas são, também, fruto da caminhada que fiz do Camburizinho até a Barra do Sahy. E caminhando fui pensando sobre um tema que tem me ocupado bastante: a ocupação do território.
As praias mudaram muito, óbviamente, e não é o caso agora de julgar se para melhor ou para pior ou seiláoque. Mas é o caso de observar e pensar. O que se vê é a ocupação dessa faixa de litoral pela burguesia paulistana e, mais recentemente pela burguesia valeparaibana também. E é uma ocupação intensa. A partir de agora, início da primavera, todo final-de-semana é cheio para ir, para ficar e para voltar.
E nos interessa o tipo dessa ocupação; ou melhor, sua tipologia. Que ocupação é essa que vi? Com franqueza, me pareceu de um tipo antigo, uma ocupação feia, excessiva. Não necessariamente feia porque cheia de gentes, mas feia porque cheia de casas e carros.
Me parece que a ocupação dessas praias é de um tipo equivalenete àquela feita nas praias de Ubatuba, grosso modo: loteamentos com casas, terrenos não muito grandes, sem muitas restriçoes à construção e ao paisagismo e, muito importante, com a "frente-para-o-mar" ocupado também por lotes e casas. Isso é feio. Inclusive, no limite, para o supostamente feliz proprietário da casa-de-frente-para-o-mar.
Vou chamar esse modelo de um modelo década de 70.
Existe um outro modelo, mais "avançado", que o paradigma é a ocupação da praia Vermelha do Sul, em Ubatuba. A "praia dos arquitetos". A característica principal são as restrições construtivas e paisagísticas e a reserva da fernte-para-o-mar. É, efetivamente, muito mais interessante, mais bonito, mais gostoso. É uma ocupação muito menos agressiva.
Mas existe um modelo ainda melhor e mais interessante, cujo paradigma é a ocupação da praia do Bonete, em Ubatuba. A "praia dos psiquiatras". Aqui já temos um modelo de ocupação bastante diferente. A grande característica é o urbanismo "arcaico" da ocupação; não existe ruas nem carros, somente trilhas. Não existe própriamente um loteamente mas, antes, uma ocupação por outra classe social das terras e das casas, que são, mais do que tudo, reformadas a partir de um padrão antigo.
É muito mais bonito e interessante.
Um outro modelo ainda é o modelo Ponta Negra. Aos elementos do Bonete se acrescenta mistura social: Se no Bonete houve uma quase integral ocupação pela burguesia paulistana, na Ponta Negra ainda não. A miscelânea prevalesce e isso é interessante. É o modelo do "morro".
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Lula
O mais importante hoje é notar a privatização das estradas que o governo Lula acaba de fazer. É necessário, para além das ironias e ressentimentos, saudar um evento como esse. É, sim, um bom sinal. Sinal de um "commom sense" que vai prevalecendo.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Prazer
Prazer, eu sou PJ. De profissão, psicanalista. Psicólogo e psicanalista. Observador desde criança
Andando
Território se ocupa olhando, sonhando, cantando e andando. Mais do que tudo andando.
Andando e pensando, e sonhando, e observando. Porisso vamos andando pela cidade e a ocupando do nosso jeito. Sonhando com ela e, assim, performando-a.
Que tal?
Andando e pensando, e sonhando, e observando. Porisso vamos andando pela cidade e a ocupando do nosso jeito. Sonhando com ela e, assim, performando-a.
Que tal?
Um de nossos objetos
Gostaria desde já propôr um de nossos objetos observados mais importantes: a cidade. A cidade, sua arquitetura e seu urbanismo; e isso tudo a partir de um conceito bastante interessante, o território.
O território da cidade é aquela parte por nós percorrida, observada, imaginada e sonhada. Ocupada.
Então nós vamos ocupar o território da cidade observando, falando e escrevendo. Isso se trata de política.
O território da cidade é aquela parte por nós percorrida, observada, imaginada e sonhada. Ocupada.
Então nós vamos ocupar o território da cidade observando, falando e escrevendo. Isso se trata de política.
Algo mais
Pensando bem, é provável que também trate de questões psicanalíticas. Como poderia não ser?
Prazer
Olá, muito prazer. Hoje começamos esse espaço que se pretende reflexivo a respeito fundamentalmente da sociedade e da cultura contemporânea. Os objetos serão os mais variados possíveis, e flutuarão de acordo com minhas viagens. Outras regras, veremos depois.
Por enquanto, muito bem vindos!
Por enquanto, muito bem vindos!
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